terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Obediência aos Lideres



Autoridade parece ser o assunto do momento para os cristãos. Pessoas escrevem livros após livros e fazem sermões após sermões sobre quem tem autoridade sobre quem e porque. Professores devem ensinar com autoridade, maridos reivindicam autoridade sobre suas esposas, “pastores” precisam de autoridade sobre suas “ovelhas”. Não podemos falar sobre igrejas sem nos concentrarmos no seu governo. Parece que somos incapazes de pensar no casamento sem perguntar quem tem autoridade nele. Nem mesmo atentamos para a Bíblia, sem que antes primeiramente tenhamos ouvido as últimas sobre sua autoridade. Isso parece um sério problema.
Talvez o problema seja maior nos Estados Unidos, pois usualmente nos imaginamos como não sujeitos a qualquer autoridade (N. do T. – O autor deste artigo é norte-americano). Pensamos em nós mesmos como “livres”, capazes de fazer o que quisermos, ainda que nossas vidas estejam repletas de pessoas e estruturas que exigem nossa obediência. O policial na esquina e o pessoal do Imposto de Renda têm autoridade. Autoridade não é apenas a possibilidade de obrigar as pessoas a agirem de determinada forma. Isso se chama “poder”. Poder é compartilhado pelos policiais e pelos ladrões, embora só os policiais tenham “autoridade” – a capacidade moralmente legítima de obrigar aos outros. Na verdade, esta é a nossa noção comum de autoridade: a capacidade de obrigar aos outros, respaldado (se necessário) pela força. Porém, essa noção não funciona quando transferida para contextos cristãos. Jesus e seus discípulos tinham uma visão muito diferente de autoridade.
O inquietante ensinamento de Jesus com respeito à autoridade entre Seus seguidores contrasta com a experiência deles em quaisquer outras sociedades. Ele lhes disse: os reis dos gentios se apossam das nações e aqueles que sobre elas têm autoridade são chamados “benfeitores”. Eles exercitam seu poder e tentam (com mais ou menos sucesso) fazer o povo pensar que isso é para seu próprio bem. Mas, na igreja não deve ser assim. Nela, pelo contrário, aquele que lidera deve ser um servidor e aquele que é o maior deve ser como o mais jovem (Lucas 22:24-27). Antes que passe o impacto disso, você deve parar para refletir que o mais jovem e o servidor são precisamente aqueles sem autoridade no senso mundano normal. Não obstante, assim é a liderança entre o povo de Jesus.
Desafortunadamente, quase sempre nos esquivamos da força deste perturbador ensino transformando-a em retórica piedosa. Fazemos o estilo de “servos”, mas atuamos como reis das nações exercendo autoridade. Porém, mesmo os reis das nações tratam de fazer com que sua autoridade seja aceitável, legitimando-a com uma retórica piedosa – por isso, se auto-intitulam “benfeitores”. Então, de que forma somos diferentes? Se desejarmos viver como seguidores de Jesus, devemos considerar seriamente Seu critério de que líderes são como crianças e servos, sem autoridade.

Obedecer aos pais!



Na cadeia de comando, ou melhor, no governo de Deus sobre a família cada componente tem as suas responsabilidades. Ao homem é atribuído amar a sua esposa, como Cristo amou a Igreja. Cabe a ele portanto protege-la. O marido e pai é o principal provedor de sua família, é o sacerdote em seu lar. A esposa, por sua vez é a sua parceira que está do seu lado debaixo de sua autoridade. Uma autoridade que é delegada por Deus. A seguir vem os filhos e estes devem reconhecer a autoridade de seus pais sobre suas vidas e obedecê-los.
Eu sei que estar debaixo de autoridade é tremendamente complicado, porém no caso da família, se o filho não souber receber ordens de seus progenitores, dificilmente saberá exercer situações de comando no futuro, em relação aos seus próprios filhos. 
É incrível como o desrespeito pelos pais, atingem conseqüências tremendas. É só abrir as paginas dos jornais, ou ficar alguns minutos diante de um noticiário da TV, para sentirmos de perto a gravidade do problema. São inúmeros casos de violência no seio da família, principalmente filhos brigando ou até tirando a vida de seus pais. São meninos e meninas, adolescentes, jovens que se enveredam para o mundo das drogas e que fazem de seus pais, seus principais inimigos.
Estamos vivendo dias maus, profetizado pelo próprio Jesus Cristo. Ele nos fala em sua Palavra. Que em nossos dias, estaríamos presenciando uma guerra na família sem precedentes. É bem certo que uma parte da responsabilidade está com os pais, que não exerceram a sua autoridade, em relação a sues filhos, quando estes ainda eram pequenos. A criança cresce, muitas vezes em meio de gritarias, palavrões, desrespeito, em meio a cobranças e maus tratos, do que debaixo de disciplina e instrução na Palavra de Deus. Quando chegam a fase de pré-adolescência, resolvem sair de casa, escolhendo o caminho da marginalidade. 
O que devemos observar, é que independentemente do tipo de criação, que se receba nesta vida, os pais devem ser respeitados e honrados. A Bíblia nos diz que devemos honrar os nossos pais, porque é um mandamento. Isto quer dizer, que temos o dever de honrá-los e respeita-los. É uma ordem direta e clara, da parte de Deus aos filhos. A não observância da Palavra implica em conseqüências tristes para o filho desobediente.

Obediência gera benção






Texto: João 4:31-34

Quando lemos essa passagem, vemos quanto os discípulos se preocupavam com o bem estar de Jesus, mas também vemos o quanto eles ainda teriam para aprender. E é o que também vamos fazer hoje, aprender um pouco com o senhor.
Jesus e seus discípulos já vinham caminhando à um tempo, pois estavam voltando à Galiléia. Passaram por Samaria, e Jesus teve um encontro tremendo com a mulher samaritana e creio eu que os discípulos já estavam cansados e com fome. Uma das coisas que mais me chamou a atenção ao estudar este capítulo,foi justamente o quanto Jesus buscava agradar ao Pai ao afirmar:







Minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou... é como se Ele dissesse:

O que me sustenta
O que me fortalece
O que me dá forças
O que me faz caminhar
O que me faz crescer espiritualmente
O que me dá poder, unção .... 
É fazer a vontade do meu Pai,
É me submeter a Ele
É fazer a vontade daquele que me confiou uma missão
É fazer a vontade daquele que espera que eu realize as suas obras...

É como se Ele falasse aos discípulos. - Não se preocupem. Estando em obediência, estou alimentado. Aleluia! 
Precisamos aprender que obediência é um princípio divino e não uma mera obrigação. Deus quando colocou Adão no jardim do Éden, Ele deu uma ordem, conforme Gênesis 2:17
Vemos aqui que Deus estabelece um limite para Adão. Preparei tudo isso para você, mas pra você desfrutar de tudo que existe aqui, há uma condição: você só pode vir até aqui. Do fruto da árvore da ciência do bem e do mal, você não pode comer.
Deus poderia ter feito o jardim sem essa árvore? Com certeza, mas ao estabelecer essa condição, Deus estava fundamentando em Adão um princípio divino tremendo: A Obediência.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Hebreus 11:1-13



Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.
Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.
Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.
Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus.
Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.
Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa.
Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus.
Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido.
Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar.
Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.